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Ele deixou o cargo com 40% de reprovação, entregou metade do que prometeu e foi conservador nas finanças

A prefeitura de São Paulo foi o laboratório de Haddad: desempenho aquém do esperado - Agência O Globo

Dia sim, dia não, o candidato Ciro Gomes (PDT) lança o petardo contra seu principal adversário na disputa por uma vaga no segundo turno da eleição presidencial: “Eu e Lula apoiamos Fernando Haddad (PT) na prefeitura de São Paulo, buscando sua reeleição, e tivemos uma decepção profunda. Haddad perdeu não só para João Doria, que é um grande farsante, mas perdeu para os votos nulos e brancos”, criticou. É uma menção à derrota do petista no primeiro turno em sua tentativa de se reeleger prefeito em 2016, quando teve apenas 967 mil votos, ou 16% dos válidos, ano em que brancos e nulos somaram 1,1 milhão de votos.

Em geral, o agora candidato à Presidência pelo PT, Fernando Haddad, contemporiza a crítica. Relembra a animosidade que havia em relação a seu partido naquele período, após dois anos de maciças manifestações de rua, que inclusive colaboraram para a queda da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Entretanto, números do próprio programa de metas municipal, divulgado no Diário Oficial no fim da gestão Haddad, dão outras pistas do que atingiu o humor eleitoral. Das 123 metas estabelecidas no início da gestão, Haddad cumpriu 71 integralmente — 58% do total. Sob o mesmo parâmetro, o prefeito anterior, Gilberto Kassab (PSD), obteve índice de 55%, o que revela uma estagnação entre o que se promete e o que de fato se cumpre ao longo de quatro anos.

De acordo com o balanço, o desempenho de Haddad ficou aquém do esperado em áreas como saúde, educação, assistência social e habitação. De 60 Centros de Referência da Assistência Social (Cras), por exemplo, apenas cinco foram entregues. De três novos hospitais prometidos, um ficou pronto dentro do prazo. Das 43 novas Unidades Básicas de Saúde (UBS) garantidas até o fim da gestão, 16 saíram do papel. “Em áreas como saúde e habitação, houve menor cumprimento de metas. Na educação, foi mantido um certo padrão de ampliação de vagas em creches. Foi bom, mas poderia ter sido melhor”, disse Américo Sampaio, sociólogo e gestor de projetos da Rede Nossa São Paulo, que reúne organizações sociais. De 55 mil unidades habitacionais prometidas, foram entregues 14.951.

Sampaio afirmou que Haddad fez uma gestão responsável do ponto de vista das finanças. Fez cortes no orçamento, vetou um em cada quatro projetos de vereadores nos três primeiros anos de governo, em geral para evitar aumento de gastos. Renegociou uma mudança na indexação, que fez a dívida do município cair de R$ 74 bilhões para R$ 27,5 bilhões. Com isso, a capacidade de investimento da cidade alcançou R$ 17 bilhões, a maior desde os anos 90. Apesar disso, 35 obras estavam paralisadas.

A gestão de Haddad colocou parte da culpa pelo atraso nessas obras na falta de repasses do governo federal, na ocasião nas mãos de Dilma Rousseff. Haddad e Dilma sempre tiveram uma relação ruim. Por ironia, a relação de Haddad com a Câmara Municipal paulistana foi tão difícil quanto a de Dilma com o Congresso Nacional. Sem experiência no Legislativo, Haddad teve problemas de relacionamento. Em seu último ano no cargo, demitiu indicados de vereadores de cargos municipais depois que a Câmara não votou um projeto para regularizar aplicativos de transporte.

O setor é, provavelmente, o que mais rendeu elogios e críticas a Haddad, na mesma proporção. O então prefeito comprou uma briga barulhenta em uma cidade viciada em carros ao fazer 400 quilômetros de ciclovias e ciclofaixas. Construiu 423 quilômetros de faixas de ônibus, que reduziram as faixas para carros. Mas a proposta de lançar um novo edital de seleção de empresas de ônibus não avançou.

Para justificar as obras paradas ao fim da gestão, a assessoria de Haddad informou que o governo se passou num “período de forte recessão, sem repasses prometidos pela União”. Argumentou que, ainda assim, ele “organizou as finanças e deixou várias obras em andamento e licitadas.”

Nos últimos meses, Haddad tem mantido a rotina de visitar o ex-presidente Lula na carceragem da Polícia Federal em Curitiba, no Paraná. Se antes ele era acusado no PT de torcer o nariz para o pragmatismo da política tradicional, nesta eleição parece já ter aprendido a lição de Lula: no início do mês, em Maragogi, Alagoas, chamou Renan Calheiros (MDB-AL) e seu filho, candidato a governador, Renan Filho (MDB), de “amigos da democracia”. Há dois anos, Renan votou a favor do impeachment de Dilma. Mas isso é passado. “Conta com Lula e conta comigo”, disse Haddad em vídeo enviado à militância.

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